Conheça as diferentes versões que chegarão ao mercado e os
diferenciais do novo console: TVii, a rede social Miiverse e o surpreendente Wii
U Game Pad. A Nintendo inova mais uma vez e mostra porque é uma das
empresas mais criativas (e queridas) do mercado!
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
Beyond: Two Souls vale cada minuto
Esta semana o mundo viu o problemático lançamento do
tão aguardado Beyond: Two Souls e como era de se esperar, a recepção
foi bastante dividida. Finalizei o jogo hoje à tarde e para mim foi uma grata
surpresa.
Talvez a minha paixão pelo cinema tenha colaborado para que gostasse
tanto assim desse jogo. Beyond: Two Souls não deixa nada a desejar para seu
irmão mais velho, Heavy Rain (ambos exclusivos para o PS3). Protagonizado por Ellen Page (que eu adoro) e Willem
Dafoe (também) a trajetória de Jodie e sua entidade Aiden conectados desde o
momento do nascimento envolve do começo ao fim.
A estória de Beyond: Two Souls nos é apresentada em recortes
do que é a vida de Jodie Holmes, num passeio entre futuro e passado em que as
peças do quebra cabeça são reveladas e você começa a entender o que realmente
está acontecendo. O jogo permite quê o espectador/jogador interfira nos
acontecimentos da trama possibilitando reviravoltas que podem ser diferentes
cada vez que você jogue. Outra coisa legal desse tipo de jogo é que a estória
que você influencia pode ser totalmente diferente da que seu amigo está
jogando.
Beyond: Two Souls cria um elo afetivo que te faz não querer
largar o controle até ver o desfecho da vida de Jodie e Aiden. Willem Defoe
aqui é um cientista que consegue construir um aparelho que conecta o mundo dos
mortos com o dos vivos, e Jodie desempenha um papel fundamental para que o
experimento seja bem sucedido, ou não.
Com um final revelador, Beyond: Two Souls propõe uma emersão
total ao seu público alvo, com gráficos de tirar o folego, trilha sonora
arrasadora e personagens muito bem construídos, o jogo faz com que, mesmo o
mais duro coração, bata um pouco mais forte de emoção.
domingo, 6 de outubro de 2013
O Filho do Brasil: gente como a gente.
Entreatos é um documentário que acompanhou os últimos dias
de campanha do então candidato Luis Inácio Lula da Silva em sua primeira
eleição. O ano era 2002 e o filme nos mostra um pequeno recorte de tempo que
vai da última semana antes do primeiro turno até a primeira entrevista como
Presidente da República.
Nos é revelado os bastidores da campanha e uma verdadeira
aula prática de política. Estratégias são debatidas, papéis como o do marqueteiro Duda
Mendonça e todo o staff são retratados com extrema importância, podemos ver a
dimensão de uma campanha como foi a de Lula.
Conhecemos um presidente beberrão, que adora salgados e fica
impaciente em um avião. Um presidente que acaba de conhecer um eleitor no
aeroporto, que tinha perdido o voo e resolve convida-lo para um carona em seu próprio
avião.
Só há um personagem: Lula. E não existe a intenção de contar
sua história. Não há comícios, não há
debates. Assim sendo, Lula mostra-se
capaz de, unindo sua vontade, seu carisma e um pouco de esperteza, ser aquele
que pode tentar mudar o País.
Agora, se conseguiu, é questão de opinião.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Chucky ainda é um "cara legal"
Confesso que estava esperando outra bomba quando ouvi
falar dessa sequência. A princípio achei que se tratasse de um remake, pois já
se falava disso há muito tempo na internet. Mas a coisa não era bem essa, já que o diretor Don Mancini
(também criador do ícone que se transformou a personagem Chucky) não revelava
muito sobre o enredo e nem muitos detalhes do que viria ser o novo filme do
boneco mais amado do cinema.
A Maldição de Chucky, nome da 5ª sequência de Brinquedo
Assassino, começa num casarão antigo, Sarah (Chantal Quesnelle) e sua filha
paraplégica Nica (Fiona Dourif, filha do ator Brad Dourif, que dá voz ao Chucky
e interpreta o próprio em carne e osso, Charles Lee Ray) moram sozinhas. Aqui
fica claro que Sarah teve um passado meio sombrio, e Nica sente obrigação de
cuidar da mãe, já que a irmã mais velha Barb (Danielle Bisutti) mora longe com
o marido Ian (Brennan Elliott), com a filha Alice (Summer H. Howell) e a babá em
tempo integral da garota, Jill (Maitland McConnell).
Nica recebe pelo correio um pacote, endereçado a sua mãe,
mas sem remetente. Até aí tudo bem. Mas
é o conteúdo do pacote que faz com que a vida de Nica tenha uma grande
reviravolta. Sarah estranha ao abrir a caixa e receber um boneco Good Guy, e
dali ele vai direto para o lixo... elas só não sabiam que ele não ia ficar muito tempo por lá... afinal "Chucky is your friend TILL THE END"
Após a morte inexplicável de Sarah, Barb e família resolvem
se mudar provisoriamente na casa em que Nica morava com a mãe para dar suporte
a paraplégica, já que Barb a julga incapaz de morar sozinha e ajudar a enterrar a mãe.
É aí que tudo começa. As intenções da irmã não são bem essas
e muito se descobre sobre essa família. Chucky se diverte muito antes de
mostrar o real motivo de estar ali, de ter escolhido aquela gente. A cena do
jantar é muito bem elaborada e deixa o espectador nos nervos.
A trilha sonora, composta pelo americano Joseph LoDuca, conhecido
por compor trilhas para séries de tv famosas, traz toda a atmosfera do
original de volta, da suspense as cenas mais tensas e faz com que tudo se
encaixe.
Depois das bombas A
Noiva de Chucky e O Filho de Chucky, esse 6º filme acaba sendo um presente para
os fãs, ainda mais pela cena pós créditos. Outras caras conhecidas da franquia aparecem
por aqui, mas não vou estragar a graça do filme. A Maldição de Chucky mostra que o Good Guy não era tão bonzinho
assim...
O filme chega ao mercado do home vídeo no Brasil em 07 de
Novembro.
Preparem a pipoca e divirtam-se!
sábado, 21 de setembro de 2013
Lei da Simplificação e do Inimigo Único
Misericórdia!!!
É o que você deve estar exclamando nesse exato momento ao
ler o título desse post, não é mesmo? Pois eu também pensei exatamente a mesma
coisa quando meu professor de Marketing Político pediu para que elaborássemos um
texto sobre esse tema. O que, afinal de contas, significa essa tal lei da
simplificação e do inimigo único?
Certamente Darth Vader, Sauron O Senhor do Escuro, Hitler,
Lord Voldemort, Fernando Collor, Osama bin Laden e muitos outros inimigos do cinema e da vida
real seria o ideal para explicar como tudo funciona, mas... né?! Bem, de modo bem simples, vamos
lá.
Tudo se resume em deixar as mensagens claras e fáceis de
entender, nada de palavras difíceis e incompreensíveis, o povo não gosta de
muito “nhem nhem nhem”. Focar as mensagens em apenas um inimigo ajuda a
destacar quem é o mocinho e quem é o vilão. Uma boa propaganda política não tem
o foco em mais de um objetivo por vez. A palavra de ordem tem conteúdo estratégico,
resume o objetivo a ser atingido, enquanto o slogan apela diretamente as “políticas do coração”.
Um exemplo simples e que todos conhecem aconteceu em 2008,
quando Barack Obama foi eleito como o primeiro presidente negro dos Estados
Unidos. Após dois mandatos governados por George Bush, o país enfrentava a guerra do Afeganistão e do Iraque e o começo de uma tortuosa crise financeira. A mensagem
era: “Yes, We Can”, em tradução livre “Sim, Nós Podemos”.
![]() |
| Sim, Nós Podemos! |
O slogan era claro e
simples, um negro representado pela minoria, era capaz de governar os Estados
Unidos da América e que juntos, enfrentariam os problemas quais estavam
passando.
Para finalizar, deixo um trecho retirado do livro “Alice Através do Espelho” de Lewis Carroll. Reflitam.
"Quando eu uso a
palavra", disse Humpty Dumpty num tom desdenhoso, "ela significa
exatamente o que eu quero que signifique, nem mais nem menos".
"A questão é", disse Alice, "se você pode fazer uma palavra
significar tantas coisas diferentes". "A questão é", disse
Humpty Dumpty, "saber quem manda. Isso é tudo".
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Google Display: que tipo de bruxaria é essa?!
Marcelina adora pesquisar sobre comida na internet, sempre
que não está comendo, está vasculhando a rede em busca de novas receitas,
pratos exóticos e novidades culinárias. Tá certo que ela está imensa de gorda,
mas isso não vem ao caso. Pois bem, a Marcelina está lá conferindo suas tão saborosas
receitinhas na internet. Mas aí ela se cansa e a fome como de costume aparece,
então pra se distrair e não se entupir de comida e ganhar mais alguns quilos na
balança, Marcelina vai matar o tempo no Facebook para ver o que seus amigos
andam comendo (já que fotografar a refeição hoje em dia é um hábito de inclusão
na internet. Sabe aquele ditado que você é o que você come? Pois bem, Marcelina
só fotografa lasanha, costelão com batatas e cenouras e jamais um ovo frito,
pois quem em sã consciência quer ser um ovo frito na rede social?) e quando ela
percebe um pequeno anúncio num canto qualquer da tela, vê que na churrascaria pertinho de sua casa,
está tendo uma promoção de costelão assado com batatas (e cenouras!)... Vejam só que
COINCIDÊNCIA não é mesmo?
Quem nunca se viu pensando sobre como aquele anúncio,
daquele produto, está exibido na sua tela sendo justamente algo de seu
interesse? Gente, não é mágica, é tecnologia e isso se chama Rede de Display da
Google.
Mas cara, como assim? Simples: eles (a Google) através de
suas ferramentas (seus sites podemos assim definir), como o Google Plus, You
Tube, e a própria rede de busca, relacionam os assuntos de que você mais
pesquisa e tem interesse, e os transformam em anúncios pipocando pela tela nos
momentos em que você tem mais interesse em adquiri-los. Claro que isso não é
for free, os anunciantes pagam pelo serviço.
Vejam o caso da Marcelina como exemplo. Ela ama comer, disso
a gente já sabe e a balança também, mas os tópicos de pesquisa frequentes de
Marcelina no Google e em suas ferramentas são sempre comida (gente, até a Google já sabe da imensidão da Marcelina). Com essas
informações que ela lança na rede, os anunciantes, através da Google, borrifam
anúncios de produtos culinários e comidas na tela de Marcelina fazendo-a ficar
ainda mais gorda. Sacaram? A questão aqui nem é o peso e nem a quantia de
comida que Marcelina consome, mas sim como os anúncios de seu interesse
aparecem na tela de seu computador como mágica.
Eu por exemplo adoro cinema e livros, com isso, a Google
sabe que se, me mostrar aquele livrinho que eu já pesquisei algumas horas atrás
entrar num anuncio no cantinho da minha tela, eu vou MORRER de vontade de
compra-lo e aí já era meu amigo, é só esperar os correios baterem na porta e
começar a leitura. E claro, aguardar a fatura do cartão.
E você, o que já comprou hoje?
domingo, 8 de setembro de 2013
Minha Mãe é Uma Peça - O Filme: risada fácil e boa.
Existem vários motivos para assistir à Minha Mãe é Uma
Peça - O Filme, adaptação homônima da
montagem teatral, mas o mais forte deles atende pelo nome de Paulo Gustavo. O
filme retrata as peripécias de uma mãe coruja que faz de tudo para que seus
filhos cresçam e tornem-se adultos da melhor forma possível.
Mais do que um humorista, Paulo Gustavo realiza um milagre
ao evitar que a escandalosa, desagradável e constrangedora Dona Hermínia,
personagem que interpreta nos palcos desde 2005, torne-se caricata, apesar do
figurino, da peruca e da voz esganiçada. Paulo mostra que conhece a personagem como seu
próprio “eu”, e faz com que vejamos em sua Dona Hermínia, a nossa própria mãe.
Ingrid Guimarães faz uma ponta especial como Soraia, a
esposa piriguete de seu ex-marido Carlos Alberto (interpretado por Herson
Capri) e que não destoa muito além de outras personagens que ela já fez, mas
que tira gargalhadas toda vez que aparece.
Dona Hermínia tem três filhos, um deles é casado e já saiu
de casa, mas sempre recebe ligações da mãe. Os outros dois adolescentes,
Marcelina (Mariana Xavier) e Juliano (Rodrigo Pandolfo), sofrem com as pressões
da mãe. A garota é gorda e aguenta as tentativas da mãe de fazê-la emagrecer; o
rapaz é gay, mas a mãe tenta fazer de conta que não é.
Um dia, através de um celular que ficou ligado, ela escuta
as reclamações dos filhos, que afirmam que gostariam de morar com o pai e a
madrasta. Dona Hermínia fica triste e resolve se esconder por uns tempos na
casa de sua tia. A partir daí, é risada que não acaba mais e você termina o
filme com gostinho de quero mais.
Minha Mãe é Uma Peça 2 começa a ser gravado
no primeiro semestre de 2014.
Estoure a pipoca, chame sua mãe e seus irmãos e divirtam-se!
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