Mostrando postagens com marcador pessoas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pessoas. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de setembro de 2013

Lei da Simplificação e do Inimigo Único

Misericórdia!!!

É o que você deve estar exclamando nesse exato momento ao ler o título desse post, não é mesmo? Pois eu também pensei exatamente a mesma coisa quando meu professor de Marketing Político pediu para que elaborássemos um texto sobre esse tema. O que, afinal de contas, significa essa tal lei da simplificação e do inimigo único?

Certamente Darth Vader, Sauron O Senhor do Escuro, Hitler, Lord Voldemort, Fernando Collor, Osama bin Laden e muitos outros inimigos do cinema e da vida real seria o ideal para explicar como tudo funciona, mas... né?! Bem, de modo bem simples, vamos lá.

Tudo se resume em deixar as mensagens claras e fáceis de entender, nada de palavras difíceis e incompreensíveis, o povo não gosta de muito “nhem nhem nhem”. Focar as mensagens em apenas um inimigo ajuda a destacar quem é o mocinho e quem é o vilão. Uma boa propaganda política não tem o foco em mais de um objetivo por vez. A palavra de ordem tem conteúdo estratégico, resume o objetivo a ser atingido, enquanto o slogan apela diretamente as “políticas do coração”.

Um exemplo simples e que todos conhecem aconteceu em 2008, quando Barack Obama foi eleito como o primeiro presidente negro dos Estados Unidos. Após dois mandatos governados por George Bush, o país enfrentava a guerra do Afeganistão e do Iraque e o começo de uma tortuosa crise financeira. A mensagem era: “Yes, We Can”, em tradução livre “Sim, Nós Podemos”.

Sim, Nós Podemos!

O slogan era claro e simples, um negro representado pela minoria, era capaz de governar os Estados Unidos da América e que juntos, enfrentariam os problemas quais estavam passando.


Para finalizar, deixo um trecho retirado do livro “Alice Através do Espelho” de Lewis Carroll. Reflitam.

"Quando eu uso a palavra", disse Humpty Dumpty num tom desdenhoso, "ela significa exatamente o que eu  quero que signifique, nem mais nem menos". "A questão é", disse Alice, "se você pode fazer uma palavra significar tantas coisas diferentes". "A questão é", disse Humpty Dumpty, "saber quem manda. Isso é tudo".



segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Google Display: que tipo de bruxaria é essa?!

Marcelina adora pesquisar sobre comida na internet, sempre que não está comendo, está vasculhando a rede em busca de novas receitas, pratos exóticos e novidades culinárias. Tá certo que ela está imensa de gorda, mas isso não vem ao caso. Pois bem, a Marcelina está lá conferindo suas tão saborosas receitinhas na internet. Mas aí ela se cansa e a fome como de costume aparece, então pra se distrair e não se entupir de comida e ganhar mais alguns quilos na balança, Marcelina vai matar o tempo no Facebook para ver o que seus amigos andam comendo (já que fotografar a refeição hoje em dia é um hábito de inclusão na internet. Sabe aquele ditado que você é o que você come? Pois bem, Marcelina só fotografa lasanha, costelão com batatas e cenouras e jamais um ovo frito, pois quem em sã consciência quer ser um ovo frito na rede social?) e quando ela percebe um pequeno anúncio num canto qualquer da tela,  vê que na churrascaria pertinho de sua casa, está tendo uma promoção de costelão assado com batatas (e cenouras!)... Vejam só que COINCIDÊNCIA não é mesmo?

Quem nunca se viu pensando sobre como aquele anúncio, daquele produto, está exibido na sua tela sendo justamente algo de seu interesse? Gente, não é mágica, é tecnologia e isso se chama Rede de Display da Google.

Mas cara, como assim? Simples: eles (a Google) através de suas ferramentas (seus sites podemos assim definir), como o Google Plus, You Tube, e a própria rede de busca, relacionam os assuntos de que você mais pesquisa e tem interesse, e os transformam em anúncios pipocando pela tela nos momentos em que você tem mais interesse em adquiri-los. Claro que isso não é for free, os anunciantes pagam pelo serviço.

Vejam o caso da Marcelina como exemplo. Ela ama comer, disso a gente já sabe e a balança também, mas os tópicos de pesquisa frequentes de Marcelina no Google e em suas ferramentas são sempre comida (gente, até a Google já sabe da imensidão da Marcelina). Com essas informações que ela lança na rede, os anunciantes, através da Google, borrifam anúncios de produtos culinários e comidas na tela de Marcelina fazendo-a ficar ainda mais gorda. Sacaram? A questão aqui nem é o peso e nem a quantia de comida que Marcelina consome, mas sim como os anúncios de seu interesse aparecem na tela de seu computador como mágica.

Eu por exemplo adoro cinema e livros, com isso, a Google sabe que se, me mostrar aquele livrinho que eu já pesquisei algumas horas atrás entrar num anuncio no cantinho da minha tela, eu vou MORRER de vontade de compra-lo e aí já era meu amigo, é só esperar os correios baterem na porta e começar a leitura. E claro, aguardar a fatura do cartão.

Percebem o potencial do Google Display? Os anúncios podem ser de diversos formatos, como texto, vídeo, gráficos, pop up’s e fazem de tudo para chamar sua atenção.  Quando você opta por anunciar na Google Display, pode expandir seu alcance de marketing para públicos-alvo e clientes potenciais visitando seus sites diariamente. É a maior rede de publicidade contextual do mundo.

E você, o que já comprou hoje?

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Novas tecnologias e a publicidade

Tecnologia digital, nosso novo mundo. Essa realidade muda totalmente como a sociedade comunica entre si. A informação é veiculada mais rápido, a qualquer distância, a qualquer momento, em todos os lugares simultaneamente.

Novas ferramentas para veicular campanhas, contratar parceiros, clientes, fornecedores, personalizar ações, são possibilidades que acrescentam valor, aguçam a criatividade.

A Internet permite criar um universo de opções de comunicação cada vez mais simples e lucrativa, mas que necessita de um bom conteúdo a cada momento e muita interatividade. As Redes Sociais como Twitter, YouTube, Facebook , Instagram, etc são hoje ferramentas indispensáveis na Publicidade. Através delas as marcas podem se aproximar mais rapidamente de seu tão querido publico alvo.

Enquanto a convergência serve para nos levar ao futuro, não podemos esquecer que, no mundo publicitário, o fator mais importante é e sempre será o público com quem se está falando. Mais do que sobreviver num mundo incontrolável e totalmente novo, o segredo do sucesso de uma marca está na utilização correta das novas tecnologias, que passam a ser literalmente, uma carta escondida na manga.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Marketing Político e Marketing eleitoral: como diferenciar?


Você deve de estar se perguntando... ué, mas existe diferença? E eu lhes respondo, mas é claro que sim! Afinal, onde começa um e termina o outro? Tá certo, parece complicado, mas vão ver que não é. Uma coisa óbvia é: uma eleição começa no exato momento do término da outra. Lógico que quem anda de ônibus levanta mais cedo da cama. 

O marketing político trabalha a criação e a gestão da imagem do candidato publicamente, esse processo é a linha tênue de como o povo vê esse candidato, afinal, qual deles gostaria de ouvir: “só está construindo aquela ponte ridícula porque é ano eleitoral”. Assim, tudo o que for feito no ano de eleição, ficará óbvio para o povo que o candidato não passa de um golpista.

Essa é a finalidade do marketing político, é uma forte ferramenta que não pode ser usada apenas no ano de eleição, a imagem do candidato e suas definições devem ser trabalhadas durante todo o tempo.

No marketing eleitoral a conversa é outra. O objetivo aqui é convencer, persuadir o eleitor a ganhar o seu voto. É aí que você vai utilizar da sua bela imagem construída com muito esforço todo esse tempo pelo marketing político, pedir votos ao candidato que já tenha uma boa impressão sobre você torna-se bem mais fácil, não é mesmo?

Agora fica fácil compreender que, o marketing político é toda a construção da imagem do candidato e suas definições do que pretende se for eleito, o partido que escolheu, etc. O marketing eleitoral utiliza dos artifícios do marketing político para persuadir o eleitor a votar em tal candidato.

Não se faz marketing eleitoral sem o marketing político.


Simples assim.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Conectando-se ao servidor...

Fala meu povo, tudo bem com vocês?! O texto de hoje tem como objetivo diferenciar Social Network de Social Media ou vice-versa. Muito se fala sobre o tema, mas a galera ainda se enrola pra diferenciar uma da outra ou pra que finalidade elas servem.  Como atividade da disciplina de Tecnologias em Comunicação, do curso de Publicidade e Propaganda que eu lindamente estou cursando, desenvolvi esse texto para esclarecer como separar a clara da gema. Leeeeeeet’s go!

Na social network ou rede social, o objetivo é aproximar pessoas, criar relacionamentos, compartilhar assuntos em comum, ideias e informações.  Uma social network não precisa de um dispositivo para existir, pois a praticamos no modo off-line também. Mas Rodrigo, como assim? Simples, você não sai com os amigos mais chegados, conversam sobre aquele filme da semana passada, paqueram e se relacionam? Então, essa é sua social network da vida real.

Participando de sites como Facebook, Google Plus, Orkut, Twitter , Instagram, Vine, Cinemagram, etc, você está montando sua social network virtual, encontrando e mantendo contato com pessoas que estão distantes fisicamente, mas também com amigos, familiares e desconhecidos próximos.

Mas então, como definimos a social network? É um lugar onde a pessoa se relaciona diretamente com uma ou mais pessoas, formando grupos de interesses pessoais ou não, que, juntos, formam a social network.
Ela, por sua vez, é uma ferramenta da social media ou mídia social, assim como a publicidade é uma ferramenta do marketing. Social media está relacionada ao compartilhamento de informações e conteúdos, é onde o indivíduo publica suas ideias, produz conteúdos, sem gerar relacionamento direto com nenhum outro ser específico. Temos como exemplo claro: este blog.


Portanto, social network é um meio que a sociedade pratica há muito tempo, como vimos, no real e agora no virtual. Social media é o meio em que esse conceito é concebido. 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Os anos passam para todos!

Ainda inspirado pelo post que escrevi anteriormente da série Barrados no Baile, me perguntei como estariam agora os astros dos filmes oitentistas que foram grandes sucessos de público e hoje são considerados clássicos. Já parou pra imaginar? O tempo fez bem para uns, já para outros, a coisa não é bem assim, vamos conferir?!

Os Goonies é um filme de 1985, produzido por Steven Spielberg, escrito por Chris Columbus e Steven Spielberg, e dirigido por Richard Donner.
Na época, teve um extremo sucesso. Conta com a participação de Cyndi Lauper, cantando a música-tema do filme "The Goonies 'R' Good Enough"


Após encontrar um mapa do tesouro no sótão de sua casa, Mickey, Brand, Bocão (Mouth), Dado (Data) e Bolão (Chunk) partem em busca do tesouro de Willy Caolho. Juntam-se a eles nessa aventura Andy e Stef mas, além das armadilhas deixadas por Willy Caolho por entre as cavernas e trilhas subterrâneas, os garotos terão de enfrentar também uma família de bandidos italianos, Os Fratelli. Para salvá-los resta somente o valente e destemido Sloth.

Mas como está essa turma hoje?

Josh Brolin participou de filmes como ‘Milk’ e ‘W’, em que interpreta George W. Bush. Em Os Goonies interpretou Brand Walsh.

Sean Astin é o mais famoso do grupo. Fez a trilogia de "O Senhor dos Anéis". Em Os Goonies interpretou Mikey Walsh.

Corey Feldman é um ícone adolescente dos anos 80. Fez "Os Garotos Perdidos" e "Sem Licença Para Dirigir". Em Os Goonies interpretou Bocão

Jonathan Ke Quan virou mascote do Indiana Jones, mas depois tornou-se instrutor de artes marciais. Em Os Goonies interpretou Dado.

Kerri Green, a mocinha do filme, já participou de séries como "Law and Order" e "ER Plantão Médico". Em Os Goonies interpretou Andy Carmichael.

Martha Plimpton ficou conhecida como a namorada de River Phoenix, morto por overdose nos anos 90. Em Os Goonies Interpretou Stef Steinbrenner.

O ex-gordinho Jeff Cohen se tornou advogado de entretenimento. Em Os Goonies interpretou Bolão.

John Daniel Matuszak, o Sloth, morreu precocemente de infarto. Em Os Goonies interpretou Lotney 'Sloth' Fratelli

Já outro filme que todo mundo viu, era assíduo da sessão da tarde, foi "Curtindo a Vida Adoidado". Quem nunca teve seu momento Ferris Bueller? O filme estreiou em 1986 e foi dirigido por John Hughes.

O trio principal no filme.

Matthew Broderick era Ferris Bueller

Mia Sara era Sloane Peterson, a namorada

Alan Ruck era Cameron Frye, o melhor amigo de Ferris

Jeffrey Jones era o diretor, Ed Rooney

Jennifer Grey era Jeanie Bueller, a irmã de Ferris

Charlie Sheen, o delinquente da delegacia

Ben Stein, o professor de economia

Kristy Swanson era Simone Adamley, estudante de economia

Edie McClurg era a secretária Grace


Você se lembra de Anna Chlumsky? Acho que não né? Pois bem, Anna interpretou a simpática nem tanto garotinha Vada Sultenfuss em mais um clássico dos anos 90, "Meu Primeiro Amor". Ela fazia o parzinho de Macaulay Culkin nesse tocante filme sobre a descoberta do amor e amizade. "Meu Primeiro Amor" é um filme de 1991. O filme se passa no ano de 1972, em Madison, Pensilvânia, nos Estados Unidos, e se inicia com Vada Sultenfuss contando que nasceu com icterícia e pegou hemorróidas no banheiro de um posto, dizendo que vive com um osso na goela há três anos, e perguntando ao seu pai por que seu seio esquerdo cresce mais rápido do que o direito. Vada Sultenfuss é uma garota de 11 anos. O seu pai, Harry Sultenfuss, é um viúvo que não consegue compreender sua filha e, com isso, quase sempre a ignora. Vada não tem mãe, já que ela morreu no seu parto (sendo que ela se sente culpada). Para encarar tudo isso, Vada tem um melhor amigo, Thomas J. Sennett. Ele é um menino impopular, e isso faz com que ele não tenha amigos. Suas aventuras do verão - do primeiro beijo ao último adeus - introduzem Vada ao mundo da adolescência.

A moça antes e agora

Macaulay Culkin de hoje

Encerro por aqui, grato por acessarem!

Abraços!

domingo, 26 de junho de 2011

Você se lembra de Barrados no Baile?


É com imenso prazer que escrevo esse post aqui no blog sobre essa série que marcou a vida de muita gente, e a minha. Lembro de ver Barrados no Baile (Beverly Hills 90210) na Tv Globo em 1991 com 10 anos de idade. Gostaria de compartilhar com vocês um pouco sobre a série e sobre os atores. Como estão hoje? Vamos dar uma conferida, mas antes, vou falar um pouco sobre a trama: a série mostra as experiências de um grupo de jovens na badalada Beverly Hills, Califórnia, enquanto eles passavam pela escola, faculdade, e, finalmente, pela vida real. O número "90210" do título original representa um dos mais disputados códigos postais do bairro de Beverly Hills, na cidade norte-americana de Los Angeles. Ao longo dos anos, Barrados no Baile abordou diversos temas polêmicos como alcoolismo, violência doméstica, direitos gays, drogas, suicídio, aids e gravidez na adolescência.

Embora o elenco da série tenha sido extenso, os atores Jennie Garth, Ian Ziering, Brian Austin Green e Tori Spelling foram os unicos que permaneceram no elenco  do começo ao fim do seriado, sem nunca se ausentarem, tendo, em todas as temporadas, participado como parte do elenco fixo.

A série começa com a mudança da família Walsh da pacata Minessota para a badalada Beverly Hills, mostrando as experiências, dificuldades e realizações dos gêmeos Brandon e Brenda.   Dos tempos do colégio West Beverly até a graduação na universidade, acompanhamos as histórias dos Walsh e seus melhores amigos Kelly, Steve, Dylan, Andrea, David e Donna, e também das pessoas que os rodeiam. Enquanto seguem caminhos diferentes e conhecem novas pessoas na descoberta do mundo, eles mantêm sempre fortes os laços de amizade e companheirismo, menos quando se trata dos namorados.   Barrados no Baile é um verdadeiro marco na história das séries de televisão que atingiu com perfeição o seu principal público, os adolescentes, com uma concepção rebelde e inovadora. A fórmula de Aaron Spelling é freqüentemente copiada, mas nunca outro programa conseguiu se igualar à série que ficou dez anos no ar e invadiu milhares de casas. A série já foi vista em mais de 100 países e tem uma estimativa de 200 milhões de fãs em todo mundo.


Vamos relembrar a abertura clássica?



Legal também é que as temporadas já estão sendo lançadas no Brasil, até o momento já é possível comprar até a 7ª temporada, faltando ainda a 8ª, 9ª e 10ª. No mês de outubro desse ano, a série completa 21 anos, e como estão os astros e estrelas do programa?

Tori Spelling era a tímida Donna Martin. Recentemente, ela reviveu o papel para o remake '90210'
Jennie Garth vivia a doce Kelly Taylor. Em 2008, Kelly virou personagem de '90210', mas deixou a série em janeiro de 2010.

Jason Priestley interpretava Brandon Walsh, o mais querido da galera, e agora voltou à TV na série "Call Me Fitz".
Jason em "Call Me Fitz"

Shannen Doherty dava vida a Brenda Walsh, irmã de Brandon, mas só ficou na série por quatro temporadas. Ela fez sucesso em "Charmed" que também deixou depois de algumas temporadas por problemas com a produção.

Luke Perry era Dylan Mckey, o galã da turma e o adolescente mais velho do mundo. Sem outros papéis de sucesso, ele se dedica a trabalhos como dublador.

Tiffani Thiessen vivia a vilã Valerie Malone. Ela chegou a fazer pequenas participações em outra séries. Em junho de 2010, ela virou mãe de uma menininha.

Ian Zeiring era Steve Sander, menino rico e popular. Com o fim da série, ele se dedicou a dublagens de desenhos animados.

Gabrielle Carteris vivia Andrea Zuckerman, a mais estudiosa  do grupo. Pode ser vista no seriados "The Event",  "Make It or Break It" e "Criminal Minds"

Brian Austin Green interpretava David Silver. Atualmente, ele é casado com Megan Fox. Participou de The Sarah Connor Chronicles.

O vídeo a seguir é de uma fã, chamada Tathy, da comunidade da série no orkut, que visitou em abril desse ano, os lugares que gravavam o programa. Vejam a emoção dela ao chegar na casa dos Walsh, impossível não se emocionar. Obrigado por compartilhar Tathy!



Foi muito gratificante fazer esse post sobre esse seriado memorável, espero que vocês tenham gostado.

terça-feira, 7 de junho de 2011

O Poder das Palavras

Quem nunca falou algo que não queria? Quem nunca quis falar algo e não teve a oportunidade no momento? Quem nunca foi ferido por palavras? Ou agraciado por elas? As vezes queremos expressar uma opinião, escrever algo a alguém mas não sabemos quais palavras usarmos, não é? Como explicar um sentimento na forma escrita? As vezes faltam palavras para expressar nossas emoções, nossos pensamentos, ou as vezes, uma palavra pode fazer toda a diferença. “Vá”, “Venha”, “Fique”, “Eu vou”, “Eu não sei”, “Eu quero, mas não posso”, “Eu não sou capaz”, “Sim, eu mereço”, dessa forma, marcamos as nossas escolhas, traçamos nossos destinos.

Não percebemos as vezes como podemos ser arrogantes ao entonar as palavras, e como elas afetarão o receptor, dependendo dessa entonação, ele criará uma imagem positiva ou negativa à nosso respeito. Outro exemplo é quando a palavra mais forte é o silêncio. Quantas vezes falamos demais, falamos besteiras, falamos o que não sabemos, falamos para a pessoa errada, no momento errado e da forma errada. Com absoluta certeza, escutar e silenciar são artes que precisamos aprender e exercitar. Pare e pense quais são as palavras que saem mais de sua boca, são palavras de amor, carinho, gentileza? São palavras grosseiras, de irritação? Como você transmite as palavras? Com arrogância ou humildade? Deixo essas perguntas para reflexão, e para ilustrar a idéia que eu quis passar no texto, anexo um vídeo apresentado pelo meu Professor de Estudos da Comunicação lá da faculdade.